Câmara Oculta

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março 02, 2005

Ao vento...

Proa

Eduardo 2004

Arrastei a irritação de um dia, entrei em casa como uma proa de navio a romper por um cais...
Sei que não és, nem nunca serás um obstáculo à minha liberdade, nunca me senti tão... agasalhado, amado.
E, no meu receio de não perturbar, de proporcionar espaço, deste estranho escarpado dicotómico, somente almejo ter-te perto, pertinho.
Agradeço-te pela bondade, pelos olhares afectuosos, espelhos meus.

Eduardo

Editado por Eduardo., em março 2, 2005 12:28 AM